Cada pessoa que entra no Brasil por via terrestre tem uma cota de isenção de US$ 500, uma vez por mês. Isso vale por viajante, para bens de uso pessoal — não é uma cota "da viagem" nem "da agência".
O que a plataforma faz: controla o quanto cada comprador já comprometeu em cada viagem e impede que um pedido estoure a cota individual dele. Se o seu pedido passa de US$ 500, ele é dividido entre mais de um comprador da mesma viagem.
O que a plataforma não faz: não substitui a declaração aduaneira. Valores acima da cota devem ser declarados à Receita Federal, com o imposto de importação devido (50% sobre o excedente, na regra atual). Mercadoria para revenda tem regime próprio (RTU) e não entra na cota de bagagem. Quem responde pela bagagem na aduana é o próprio viajante.
Os valores em dólar vêm do catálogo das lojas paraguaias e servem como referência — variam com estoque e câmbio. A conversão em real usa o dólar do dia () e é apenas indicativa. O valor final é o do comprovante de compra, somado à taxa de serviço do roteiro.
O preço que aparece no card é só o produto. No carrinho a conta abre em três linhas: produtos, taxa de serviço (o que a plataforma cobra pela compra, pelo despacho e pela garantia de devolução) e frete, que varia com o espaço que a peça ocupa no transporte — a partir da segunda unidade do mesmo item, o frete das extras cai pela metade. O total do carrinho é o valor final: no pagamento não entra mais nada.